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Atividade física e gestação

Sabemos que a atividade física é considerada como profilaxia e até mesmo coadjuvante no tratamento de várias doenças como diabetes, pressão alta e cardiopatias. O exercício adequado e bem orientado só traz benefícios e melhora a qualidade de vida, bem como a autoestima de quem o pratica. Sem restrições de sexo, idade ou condicionamento físico todos podem e devem praticar atividades físicas.
 

Com objetivo de proporcionar saúde física e mental as atividades são indicadas também para as gestantes, pois os benefícios são muitos, dentre eles: a melhoria da circulação sanguínea, que consequentemente melhora a liberação dos nutrientes e favorece uma melhor oxigenação dos tecidos, além disso, melhora a capacidade respiratória.
 

Os exercícios também favorecem a drenagem linfática que alivia e previne os inchaços. Durante período gestacional ocorrem muitas mudanças no corpo da mulher, transformações pélvicas, bem como o ganho de peso que sobrecarrega a coluna.  O ganho de peso durante a gestação é uma das alterações que causa muito desconforto e devido a esses quilinhos a mais é comum aparecerem dores na região lombar e para isto, são indicados exercícios de alongamento para aliviar a tensão desta região.
 

Os exercícios são prescritos também para fortalecer e tonificar os músculos envolvidos no parto, principalmente do assoalho pélvico. Estes são responsáveis pela sustentação dos órgãos internos como a bexiga, útero e intestinos e ajudam no controle das funções  fisiológicas. A gestante que faz exercícios específicos para esta região tem mais controle sobre a mesma, sendo assim  tem maior consciência corporal, o que ajuda muito na hora do parto.
 

Sem contar o aspecto emocional, durante a sessão de exercícios a “futura mamãe” está focada no seu momento com o seu bebê. Nunca é tarde para começar! Após a consulta e liberação de seu médico até mesmo uma mulher sedentária pode e deve iniciar as atividades, basta procurar um profissional de Educação Física que irá orientá-la em relação ao que fazer e como fazer.
 

A indicação é de 2 a 3 vezes semanais, começando moderadamente com caminhadas, hidroginástica, exercícios de baixo impacto, fortalecimento e alongamento. São recomendados também os exercícios funcionais, aqueles que simulam o dia a dia da “futura  mamãe”, como levantar o bebê por exemplo. Os exercícios não devem ser exaustivos, fique de olho sempre nos batimentos cardíacos, não exagere.
 

Deve-se interromper as atividades em caso de tonturas, fraqueza, tremedeiras, cansaço excessivo, sangramento vaginal, dor intensa, falta de ar, contrações uterinas e diminuição dos movimentos do bebê. Deve- se evitar calor intenso e procurar usar roupas leves e confortáveis.
 

Os exercícios tradicionais de abdominais são substituídos por exercícios posturais. Durante os exercícios a respiração deve ser fluente e contínua, o abdômen deve estar contraído garantindo uma boa postura. A mulher ativa deverá diminuir gradativamente o ritmo, intensidade e sobrecarga.
 

Deve-se evitar alto impacto, lutas, torções de quadril e coluna, a posição deitada não é recomendada, pois nesta posição devido a ação da gravidade há pressão  causada pelo bebê sobre a veia cava, desfavorecendo a  circulação. Lembre-se: Um corpo e uma mente melhor preparados enfrentam um pós parto com mais tranquilidade...e aí é só curtir o novo membro da família.
 

Por Helena Fernandes – Coordenadora Técnica- CREF- 02776-G/SP




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